A ASAP e a ABRH-Brasil, são parceiros desde 2017 em uma iniciativa que propõe organizar grupos de estudos que tragam ideias e soluções pragmáticas para a melhoria da gestão da saúde; realizar pesquisas sobre a Gestão da Saúde Corporativa; promover eventos com públicos estratégicos da cadeia de saúde e apoiar Universidades e Instituições de formação de executivos e administradores que tenham interesse em incluir em seus programas os conceitos de Gestão de Saúde Corporativa.

A partir desta parceria, nasceu em 2017 o Fórum Nacional de Saúde Corporativa, com uma agenda de encontros mensais com 19 empresas de diferentes segmentos da economia. Nessas reuniões, gestores compartilham cases de Gestão de Saúde Corporativa, se apropriam de conceitos de Gestão de Saúde Populacional e discutem dificuldades que encontram na dinâmica do dia a dia de cada empresa.

Entre maio e junho do mesmo ano, foi rodada a primeira Pesquisa sobre Gestão da Saúde Corporativa, com cobertura nacional, utilizando metodologia de enquete, voltada para empresas que pagam planos de saúde aos seus colaboradores.

Os custos com planos de saúde, que atendem a 48 milhões de brasileiros, vem apresentando uma consistente alta. De acordo com a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, o índice de reajuste dos planos de saúde individuais e familiares foi de 13,55%, 10% e 7,35% nos anos de 2017, 2018 e 2019*, respectivamente, sendo que os planos de saúde empresariais, não regulados pela ANS, podem ter superado esses índices de correção.

A escalada de custos com a saúde envolve toda a sua cadeia produtiva. Os custos dos planos de saúde corporativos crescem com o elevado número de consultas, cirurgias, próteses, exames e medicamentos, muitas vezes repetitivos e desnecessários. Sem que se atue sobre as causas que levam ao uso inadequado dos planos e o consequente aumento nos custos, os problemas se repetem e até mesmo, se agravam. Há empresas que assistem a tudo isso, sem fazer nada ou quase nada, enquanto os custos continuam a subir.

A primeira pesquisa teve 668 respondentes, sendo 50% líderes de RH. As empresas participantes foram segmentadas por porte, sendo 42% pequenas, 28% médias e 30% grandes (acima de 1.000 pessoas), empregavam juntas mais 1.300.000 pessoas e atendiam cerca de 3 milhões de beneficiados, quase 10% do total da população coberta por planos privados.

Uma nova pesquisa está sendo rodada em 2020, como forma de monitorar a evolução da gestão da saúde corporativa e nós contamos com a participação dos gestores de RH para contribuir com a melhoria da saúde nas empresas. Se você é um gestor de RH, participe!

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